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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Orçamento Participativo de Braga - Conheça e vote nas propostas que têm a ver com a bicicleta e os ciclistas


Na sequência da recolha de propostas que a Câmara Municipal de Braga já fez para o Orçamento Participativo, encontra-se a decorrer neste momento a fase de votação.

Das ideias apresentadas pelos cidadãos, foi aprovado um total de 94 projetos, que estão agora a ser sujeitos a votação pública, através do site do Orçamento Participativo. Os referidos projetos estão divididos em várias áreas, tendo sido selecionados 14 propostas da área de Trânsito, mobilidade e acessibilidades e 13 propostas da área de Equipamentos (melhoria ou reparação de equipamentos culturais, sociais, etc.).

Das 27 propostas apresentadas nestas duas áreas, destacamos 7 que estão diretamente relacionadas com a causa que defendemos neste espaço, a promoção do uso da bicicleta e o aumento da segurança dos peões e ciclistas. São elas:

  • OP15/PROJ-007 - Reabilitação da Av. Cidade do Porto
    "A Av. Cidade do Porto teve três faixas de rodagem. Para o conseguirem estreitaram os passeios, que mal permitem a circulação de duas pessoas lado a lado e eliminaram uma faixa exclusiva para ciclistas. Agora que ficaram apenas duas faixas, propõe-se equacionar um melhor aproveitamento das mesmas, com o consequente alargamento dos passeios existentes e, se possível, a criação de uma via clicável, com ou sem ligação à atual via clicável junto ao Rio Este."

  • OP15/PROJ-012 - Melhoria da segurança da Ciclovia da Variante da Encosta
    "Esta proposta prende-se na melhoria da segurança dos ciclistas que usam a Ciclovia da Variante da Encosta. Em muitas das zonas, a ciclovia está situada entre a estrada e locais de estacionamento, o que faz com que, quando os veículos querem entrar ou sair do estacionamento, interrompam a passagem aos ciclistas que possam estar a usar a ciclovia. Além disso, esta situação potencia o estacionamento em "2ª fila", obrigando os ciclistas a usarem a estrada principal.
    A proposta é simples, já que pretende apenas, nos locais onde existem estacionamentos, alterar o traçado da ciclovia para ficar sempre colada ao passeio, e puxando para trás os locais de estacionamento. "

  • OP15/PROJ-018 - Radares na Avenida Padre Júlio Fragata / Frei Bartolomeu dos Mártires
    "A via rápida desde o Bragaparque ao Continente esventra a cidade em duas partes, cria perigo para milhares de cidadãos, incómodo sonoro, poluição e pouco apelo ao passeio pedonal em toda a sua extensão. Propõe-se a instalação de radares fixos nas Avenidas Padre Júlio Fragata e Frei Bartolomeu dos Mártires."

  • OP15/PROJ-019 - Ligação Ciclável entre a UM e a Estação da CP
    "Intervenção nas Ruas Nova de Santa Cruz, D. Pedro V e S. Victor com a colocação de placas a permitir a exceção de velocípedes no sentido proibido (tal como já é feito em Matosinhos e em muitas cidades europeias) e pintar o símbolo da bicicleta no eixo de cada via em ambos os sentidos. Dar prioridade nesta ligação aos peões, aos ciclistas e aos TUB e táxis."

  • OP15/PROJ-029 - Estacionamento de bicicletas
    "Colocação de estrutura para estacionar bicicletas no largo em frente da Igreja dos Congregados, do lado oriental."

  • OP15/PROJ-037 - BragaBike
    "O BragaBike é um projeto que consiste na implementação do conceito de bicicletas partilhadas na cidade de Braga. Este conceito de bicicletas partilhadas é baseado num determinado número de bicicletas, que uma entidade (neste caso a Câmara Municipal de Braga) disponibilizará em vários locais da cidade e as pessoas mediante o seu registo e após aquisição de um cartão apropriado, poderão fazer uso dessas bicicletas.
    O BragaBike trará vários aspetos positivos com a sua implementação, por um lado a simples prática desportiva e os benefícios que isso apresenta para a saúde dos utilizadores e para a cidade com a redução da poluição. Por outro lado temos o fator turístico, visto que os visitantes da nossa cidade têm uma forte cultura de utilização da bicicleta. É uma forma de trazer um maior dinamismo ao turismo, uma vez que com o BragaBike os nossos visitantes poderão visitar a cidade de uma forma mais facilitada e assim ficar a conhecer melhor o nosso património histórico.
    Existe ainda outra importante vantagem a considerar, que é o fator económico. Uma vez implementado, o projeto BragaBike virá a ser um ativo financeiro para o Município. Através dos seus utilizadores, bem como através das empresas que irão pretender ter a sua publicidade no espaço destinado a isso nas bicicletas. Devido a este retorno económico é possível verificar que num período de tempo aproximadamente reduzido será possível cobrir todo o investimento que o BragaBike irá significar para a Orçamento participativo."

  • OP15/PROJ-094 - Intervenção nas Ciclovias
    "Uma vez que está a ser estudada uma rede de maiores dimensões, propõe-se as seguintes intervenções:
    1. Ciclovia ascendente e descendente em toda a Avenida Porfírio da Silva e Avenida 31 de Janeiro, ligando toda a zona pedonal à Escola Alberto Sampaio e à ciclovia do Rio Este - uma vez que os passeios são em asfalto, para esta ciclovia apenas é necessário pintar as linhas no chão;
    2. Ligação em via única do cimo da Av. Porfírio da Silva até à ciclovia do Picoto;
    3. Prolongamento da ciclovia do Rio Este em via única até aos campos da rodovia e até à ciclovia da encosta - contornando pelo lado norte o Instituto de Nanotecnologia, novamente através de pintura no chão;
    4. Ligação da Via Pedonal Ciclável do Rio Este ao à Avenida Central."



Consideramos estas propostas com valor. É bom ver que a comunidade aceitou o repto para uma reflexão sobre as questões que lhe dizem respeito e que a questão da mobilidade e da segurança rodoviária (incluindo a dos ciclistas) não ficaram esquecidas. Estas 7 propostas vão de encontro ao que vimos discutindo neste espaço, bem como ao conteúdo da Proposta para Uma Mobilidade Sustentável. Todas elas merecem os nossos votos. Esperamos que, independentemente do resultado da votação, o executivo camarário aproveite posteriormente algumas das que, por limitação processual, não venham a ser executadas no âmbito deste Orçamento Participativo, mas que ainda assim se revistam de valor para a cidade.

Convém recordar que cada pessoa registada só pode votar numa única proposta. Estes projetos encontram-se em votação apenas durante esta semana, até à próxima sexta-Feira, dia 3 de outubro.

Participe. Vote!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Participe neste estudo sobre a Via Pedonal Ciclável de Braga!

Via Pedonal Ciclável junto ao rio Este em Braga

No âmbito da Unidade Curricular de Conceção, Gestão e Avaliação de Projetos Educativos, do Curso da Licenciatura em Educação, da Universidade do Minho, encontra-se a decorrer um estudo sobre a Via Pedonal Ciclável recentemente inaugurada na zona do rio Este.

Sabemos que alguns dos nossos leitores e colaboradores já terão respondido ao inquérito (nós também já o fizemos), no entanto, para obter uma amostra significativa e resultados mais rigorosos, são necessários muitos mais participantes. O grupo responsável por este trabalho pede, por isso, a vossa colaboração. O questionário é muito simples e pode ser respondido em apenas alguns instantes. Como é natural, os dados recolhidos serão tratados com a devida confidencialidade, destinando-se unicamente ao tratamento para efeitos de investigação.

Participem, por favor, respondendo a este questionário:

www.onlinepesquisa.com/s/2a5387d

Também podem ajudar a equipa partilhando esta notícia junto dos vossos amigos e conhecidos, e convidando-os a responder também ao questionário.

Neste momento, há diversos estudos a decorrer na Universidade do Minho sobre o uso da bicicleta na cidade de Braga e as condições para a sua circulação. É bom ver que a comunidade académica bracarense começa a dedicar algum do seu trabalho a esta temática!

Dentro de algumas semanas, esperamos poder divulgar aqui os resultados deste inquérito. Estejam atentos ;-)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Via Pedonal Ciclável do Rio Este - Visita com o executivo da CMB


O Braga Ciclável aceitou o convite da Vereadora da Juventude e do Desporto para se juntar à visita do novo executivo camarário à via pedonal ciclável do Rio Este efetuada na passada Terça-Feira durante a tarde.

Na visita estiveram presentes o Presidente da Câmara de Braga, Dr. Ricardo Rio, os Vereadores Dr. Firmino Marques, Eng. Altino Bessa e a Drª. Sameiro Araújo. Para além do Braga Ciclável, foram convidados e participaram os presidentes da Associação de Cicloturismo do Minho, Amadeu Alves, e do Clube de Cicloturismo de Braga, José Alves.

In loco demos o nosso parecer sobre algumas questões técnicas que podem ser melhoradas nesta via.

O acesso pela zona Este faz-se de uma forma abrupta e algo deselegante. Para além dos acessos e terra batida, criados há muito pelas passadas e pedaladas das pessoas, temos um cano de esgoto que torna a entrada no "túnel" por baixo da Av. Padre Júlio Fragata ainda mais baixa (2,00m).Um ciclista que tenha 1,90m (poderá ser por exemplo um cicloturista do centro da Europa, ou algum bracarense mais alto) em cima de uma bicicleta vai ganhar uma cabeça rachada ao passar aqui.


Começamos por explanar as medidas mínimas para este tipo de vias recorrendo à brochura de técnicas / temáticas com o título "Rede Ciclável - Princípios de Planeamento e Desenho" do IMTT.

Para uma pista ciclável partilhada com peões - mista, a largura mínima da via deve ser de 2,5m (mínimo) ou 3 m(aconselhado) - É o que atualmente existe.

Para o caso de uma pista ciclável partilhada com peões - separada a largura mínima deverá ser de 3,7m (pista ciclável bidirecional com 2,20m + 1,5m de passeio.)

A nosso ver o ideal seria termos uma pista ciclável partilhada com peões - separada para evitar os conflitos entre peões e velocípedes e possíveis acidentes. No entanto podemos ver que em alguns sítios esta via tem 2,88 metros de largura e noutros sítios 1,5 metros de largura.

A necessidade de sinalização horizontal e vertical ao longo da via é, a nosso ver, fundamental. Com a sinalização horizontal passamos a ter uma pista ciclável partilhada com peões - separada. Como vimos anteriormente é então imperativo que a mesma possua 3,7m nas zonas partilhadas. Nas zonas onde a via é mais estreita sugerimos que aí sejam criadas vias exclusivas separadas, uma para bicicletas e outra para peões, para evitar situações como estas:


Por exemplo na Rua Bernardo Sequeira a via partilhada passa de forma desnivelada, perto do rio, e existe uma passagem exclusiva para peões ao nível da Rua. Faria então todo o sentido que a passagem desnivelada se tornasse exclusiva para ciclistas.

No entanto esta via desnivelada já ficou submersa na semana passada e as chuvas ainda agora começaram.


Um outro problema encontrado ao longo de toda a via é a colocação dos bancos junto da via, acabando por tirar algum espaço à mesma quando as pessoas se encontram sentadas nos mesmos. Esta questão resolver-se-ia com a colocação dos bancos afastada 0,50m da via, por exemplo.


Antes de chegarmos à Rua Bernardo Sequeira existe um problema, a ponte que leva a via pedonal ciclável para a outra margem está colocada de modo a fazer um ângulo de 90º com a via. Estes ângulos aumentam o conflito entre peões e ciclistas numa pista ciclável partilhada com peões - mista, que, por ter esta designação, já possui muitos conflitos.


Na zona de Santa Tecla temos um mau aproveitamento do espaço existente junto do ringue desportivo de santa tecla, com a existência da via pedoanal ciclável paralela a um passeio de 1m de largura separado por 0,80m de terra. Este é um dos troços que revela problemas de iluminação. Temos também uma ponte mal colocada que cria mais um ângulo de 90º problemático.


No sítio onde a via pedonal ciclável encontra o passeio da Rua Professor Machado Vilela encontramos duas situações, uma é a manutenção do passeio. Ora se esta é uma via pedonal ciclável porque não aproveitaram e alargaram esta via integrando o passeio nela? O passeio ficava com o mesmo (bom) piso da via pedonal ciclável e a largura seria mais que suficiente para tornar a mesma separada, em detrimento de mista. A segunda situação é o cruzamento com um passeio que vem da ponte. Este cruzamento devia ser bem assinalado e bem iluminado. Não é o que acontece. No caso de um ciclista vir na via pedonal ciclável não encontra nenhuma indicação de que ali existe um passeio a cruzar a mesma.


Quando a via pedonal ciclável encontra a 31 de Janeiro tem uma solução que, segundo o Engenheiro da obra presente na visita, foi desenhada e decidida pela divisão de trânsito do anterior executivo da Câmara Municipal de Braga.


Uma solução muito pouco elegante quando o projeto inicial contemplava a única solução possível e imaginária para esta zona, vejamos:


A vermelho encontra-se o atual percurso da via pedonal ciclável, pintado a amarelo no passeio e passadeira da Av. 31 de Janeiro.

A travessia da Av. 31 de Janeiro deve ser revista pois um velocípede e um peão pretendem o caminho mais curto, mais rápido e mais agradável e nunca o caminho mais longo e sinuoso. Posto isto achamos que deve ser criada uma passagem direta com marcação de passadeira e de passagem para bicicletas, tal como o projeto inicial previa. Algo como se fez aqui tão perto, no Porto:



Após a 31 de Janeiro encontramos os Galos. Ficamos a saber que a obra ainda contempla um piso betuminoso para esta zona que melhorará consideravelmente a deslocação na mesma.


Para além do piso existe ainda a questão do sinal de proibido que impede a circulação entre a zona dos galos e a Av. 31 de Janeiro. É necessário colocar ali a exceção para velocípedes e no sentido contrário colocar um sinal a avisar sobre a possibilidade de circulação de velocípedes e/ou peões no sentido contrário.


Passada a zona dos galos entramos novamente na designada via pedonal ciclável. Esta entrada é feita com dois ângulos de 90º e numa entrada bastante estreita.


Logo a seguir encontramos mais uma ponte a fazer dois ângulos de 90º com a via, aumentando assim os pontos de conflito entre peões e ciclistas.


Passando a Rua dos Barbosas - onde durante a noite verificamos mais um problema de iluminação - encontramos a passagem inferior à ponte de São João. Esta ponte pode ser considerado como o ponto mais negro da via pedonal ciclável pois a entrada e saída da mesma é feita numa curva fechada e sem visibilidade o que faz com que não se percecione se vem alguém a entrar ou dentro da ponte. Este problema poderia ser resolvido com a marcação da via, tornando-a separada.


Passada a ponte chegamos à melhor parte da via pedonal ciclável. Larga e com espaço para alargar mais se necessário. Até à Rua do Couteiro -traseiras do Parque de Exposições de Braga (PEB)- a via pedonal ciclável é bastante agradável.


Chegados à Rua do Couteiro temos... uma passadeira. Um ciclista tem que desmontar para passar a estrada e continuar a pedalar (poucos o fazem). Isto seria resolvido com mais uma passagem para ciclistas, tal como a imagem anterior do exemplo do Porto.


De um dos lados a passadeira é resguardada por uma lomba, do outro lado não temos qualquer tipo de medida de acalmia de tráfego.


Ao passarmos a passadeira (que possui um bueiro perigoso para algum tipo de ciclistas) encontramos uma via pedonal ciclável com pouco mais de 2m. Mais uma vez poderia ser encontrada uma solução criando uma zona apenas para ciclistas e outra apenas para peões.


Chegando ao cruzamento que dá acesso ao armazém da FOC deparamo-nos com mais uma passadeira, onde o ciclista deverá desmontar. A solução já foi aqui apresentada.


Outra particularidade desta zona é que entre o antigo moinho aqui presente e o Jardim de Infância e Escola do 1º Ciclo da Ponte Pedrinha temos a via pedonal ciclável com cerca de 2m, com o Rio Este de um dos seus lados, e do outro lado temos uma zona de 0,80m relvada e um passeio mais ou menos com a mesma largura... Não faria sentido aproveitar todo este espaço para a via pedonal ciclável?


No Jardim de Infância e Escola do 1º Ciclo da Ponte Pedrinha teria que ser desenhada uma alternativa pela outra margem do Rio para as bicicletas, aproveitando a ponte já existente, uma vez que do lado onde está a via pedonal ciclável a largura não é suficiente para albergar peões e ciclistas.


Aliás, o projeto inicial previa que a via ciclável circulasse exatamente pelo lado onde agora sugerimos que seja criada a alternativa (e que é bem mais largo do que o atual local da via). Vejamos como era o desenho do projeto nesta zona:



A roxo encontra-se o atual percurso da via pedonal ciclável.

Ultrapassando as traseiras do campo do Maximinense encontramos mais uma ponte com o problema que tem vindo a ser apontado, foi colocada a fazer um ângulo de 90º com a via.


Passamos então para a outra margem e notamos que aqui a via poderia ser alargada de modo a ser também marcada e passar a sua designação a separada em detrimento de mista.


Acaba sem um lancil que permita o transbordo do ciclista da via pedonal ciclável para a estrada.


Achamos fundamental prolongar esta via para Este, não só até aos campos da rodovia, mas até ao Meliã (pelo interior do INL), fazendo depois a ligação ao Campus Universitário de Gualtar permitindo assim que os estudantes se desloquem em segurança entre o Campus e as residências universitárias.

Iluminação



A manutenção das luzes, que têm estado em grande parte apagadas e a colocação de iluminação nos túneis (contemplado no projeto inicial) também é fundamental para a segurança de quem transita nesta via.

Segurança

Colocar a Polícia Municipal e/ou a Polícia de Segurança Pública e efectuarem rondas em bicicleta por esta via parece-nos também ser uma solução para possíveis problemas de segurança, já existem ciclopatrulhas em Lisboa,Porto, Coimbra, Vila Franca de Xira, Oeiras, Açores. Braga acolheria, certamente, muito bem esta ideia.


© Foto:Bike17ECO

Numa altura em que muito se pergunta qual o papel da Polícia Municipal parece-me que esta seria uma ótima resposta. É sempre bom relembrar que a 2ª Esquadra da PSP de Braga se mostrou recetiva à ciclopatrulha, mas faltavam as bicicletas.

Estacionamentos

Esta via ciclável ainda não possui nenhuma infraestrutura de estacionamento para bicicletas, no entanto a mesma é contemplada no projeto:


Aconselhamos que a escolha destas infraestruturas tenha em consideração as 3 tipologias adequadas possíveis, e esperemos não ter mais "empena rodas".



Rede Ciclável

Achamos ainda imperativo existir uma aposta nas ligações entre esta via ciclável e a cidade, servindo quem vai da Universidade para o centro e vice-versa, possível com o recurso a alguns sinais de trânsito e a algumas marcações indicativas. Esta via não serve este propósito, por exemplo.

É necessária uma rede ciclável que sirva a cidade e os ciclistas.

É necessário permitir a circulação de bicicletas na zona pedonal (com limite de velocidade de 15 km/h - tal como em Barcelona).

É necessário que a CMB permita a circulação de bicicletas nos corredores BUS - o código da estrada que entra em vigor em Janeiro de 2014 deixa esta decisão nas mãos dos executivos camarários.

É necessário colocar mais estacionamentos pela cidade e sinalizar devidamente aqueles que já existem.

Ricardo Rio promete corrigir e aumentar ciclovias


No final da visita, o executivo, pela voz do Presidente da Câmara Ricardo Rio, anunciou que, durante o próximo ano, a via pedonal ciclável se vai prolongar no mínimo até ao parque desportivo da rodovia e corrigir problemas ao nível da iluminação, da clarificação da circulação respeitando os preceitos do IMTT sempre que possível. Para além disto anunciou ainda a intenção de reforçar as vias cicláveis na malha urbana aproveitando o estudo do professor António Babo (que mereceu a análise do Braga Ciclável) e refletir sobre as ciclovias nele propostas e ainda concretizar neste mandato toda a ecopista que vai atravessar a margem do Cávado - um projeto existente no quadro da CIMCavado.

Podem ver as palavras do Presidente da Câmara no final da visita neste video: