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terça-feira, 5 de junho de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #76

Ciclistas Urbanos em Braga

O sr. Serafim Ribeiro, proprietário de uma conhecida mercearia em S. Vítor, usa frequentemente a bicicleta para se deslocar pela cidade, para transportar algumas coisas ou simplesmente tratar de outros seus afazeres.

sábado, 2 de junho de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #75

Ciclistas Urbanos em Braga

O Francisco Bernardo mora no Campo das Hortas e, quando pode, vai de bicicleta para o seu emprego, na zona da Rua Cidade do Porto. Além disso, também gosta de pedalar um pouco pela cidade, para descontrair. No seu local de trabalho, já costuma haver mais algumas bicicletas estacionadas, dos colegas que também usam a bicicleta para ir trabalhar.

A cidade de Braga, na perspetiva de quem a visita de bicicleta

100 dias de bicicleta em Portugal - visita a Braga

No âmbito do projeto 100 Dias de Bicicleta em Portugal, o Eng. Paulo Guerra dos Santos visitou a cidade de Braga, em julho de 2010. Chegou cá de bicicleta e também deve ter sentido aquele calafrio, ao percorrer algumas das nossas vias rápidas de estimação, antes de chegar ao centro histórico da cidade:

A entrada em Braga, essa já foi um pouco mais agressiva. Avenidas com características de via rápida, sem berma e em alguns troços com pavimento degradado. Um porta de entrada muito pouco bonita, na cidade.
Aquilo que ouço diariamente dos ciclistas de Braga, podemos lê-lo de forma acutilante no relato do Eng. Guerra dos Santos:
Ao entrar-se na cidade, fica-se com a sensação que só existem vias rápidas, com 3 vias em cada sentido, túneis e viadutos, cruzamentos semaforizados e trânsito intenso. É assustador para um ciclista circular nas vias que circundam e entram na cidade, pois não existe berma ou sobrelargura, e em alguns troços o pavimento encontra-se degradado. A falta de "verde" é também notada.

A questão das vias rápidas de acesso ao centro é importante, por vários motivos. Por um lado, praticamente não existem acessos cicláveis entre as sedes de concelho em volta de Braga, o que contribui para afastar quem deseja praticar certas modalidades de cicloturismo (Exemplo #1; Exemplo #2; Exemplo #3 - ver comentários). Mas também porque é dificultado o acesso às pessoas que, morando nas zonas periféricas da cidade ou nas freguesias que se encontram fora do perímetro urbano, poderiam pretender utilizar a bicicleta como meio de transporte no seu dia a dia.

Já no que se refere à circulação no centro histórico, a opinião deste especialista em Engenharia de Estradas foi bem mais favorável:

Mas ao entrar-se no centro da cidade, parece que se entra noutro mundo. Um mundo adaptado ao peão, onde existem cada vez mais ruas cortadas ao trânsito, largos com jardins, espaçosos passeios com esplanadas, ruas inteiras de comércio onde não entram automóveis. Um paraíso para um utilizador de bicicleta, pois ainda por cima esta cidade tem inclinações planas ou suaves, tornando o pedalar num prazer sem esforço. Foi a primeira vez em Portugal que me senti, numa área urbana populosa, a pedalar com condições de conforto e segurança, longe do automóvel em zonas de trânsito proibido, ou em vias reperfiladas que promovem a tão desejada acalmia de tráfego.
E este justificado otimismo continua nas palavras seguintes:
Braga é até ao momento, das cidades que foram visitadas, a que está a criar as condições necessárias para que se possa promover a utilização da bicicleta como meio de transporte, reduzindo o tráfego e a sua velocidade no centro da cidade. A criação de parques de estacionamento subterrâneos também incentiva a redução da utilização do automóvel.
Às vezes faz falta ver como nos olham os outros para conseguirmos alcançar a real medida daquilo que somos. Braga tem esta situação singular - um potencial imenso para uma adoção do uso da bicicleta como meio de transporte, mas com alguns obstáculos que ainda impedem que isso aconteça com mais frequência e em mais segurança. Nada que não possa melhorar num futuro próximo, e por isso partilho desse otimismo.

 

Os artigos do Eng. Paulo Guerra dos Santos sobre a visita a Braga podem ser consultados na íntegra nestas duas páginas:

 

Resta-me agradecer ao leitor Escargot a sugestão que aqui deixou, há uns tempos, num comentário a este artigo.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Uma ciclovia ao longo de toda a Avenida 31 de janeiro

Há algum tempo atrás, trouxemos aqui à baila a ideia de que faria sentido construir uma ciclovia ao longo da Avenida da Liberdade. Um leitor atento dedicou algum do seu tempo a comentar a ideia, partilhando também a sua experiência e a sua opinião sobre este assunto.

 

Boa noite!

Primeiramente quero dar os parabéns pela iniciativa. E partilhar a minha experiência como ciclista pelas ruas de Braga.

Também sou um dos cidadãos desta cidade que por um conjunto de situações (económicos, e porque algumas viagens a cidades europeias me abriram os horizontes) decidiu começar a fazer deslocações maiores de bicicleta.

Por norma já fazia circuitos pequenos a pé, e apenas utilizava o carro caso tivesse apertado em tempo. E neste momento sinto-me conquistado a este tipo de transporte e só aponto três problemas para andar de bicicleta em Braga:

  • claro que a 1º queixa será dirigida às vias, têm de ser alteradas, e realmente penso que seria importante reformular a Avenida da Liberdade, mas penso que seria mais fácil alterar a 31 de Janeiro, pela própria disposição da avenida, tem duas vias bastante largas de peões, e porque nesta via circulam menos peões do que na avenida da liberdade, o que ajudaria na "aceitação" dos pedestres destas alterações, além disso esta avenida tem nas suas proximidades 4 escolas, e ajudaria a fomentar a utilização a utilização da bicicleta desde tenra idade (em vez de os pais irem levar os filhos à escola); e também por razões que escuso enumerar seria importante ter uma ciclovia que ligasse a Universidade do Minho até ao centro histórico e à estação de comboio.
  • outra situação que me deparo, e já há um post sobre isso, no centro da cidade (sem falar de outros pontos de interesse, perto de edifícios públicos ou de saúde) não existem locais para guardar a bicicleta, o que me leva a prende-la a candeeiros públicos, o que eu sinto como sendo abusivo da minha parte, e torna-se bastante inestético.
  • as pessoas em Braga ainda criticam os ciclistas (a não ser que estes estejam com um equipamento desportivo, porque num contexto de lazer/desporto nunca me senti julgado), o que me leva a pensar que antes de mudar infraestruturas convém mudar mentalidades (urgentemente).
Cumprimentos, e espero que mais pessoas adiram a este blog, e se juntem por uma causa comum que beneficiará todos.

 

Confesso que, quando escrevi o artigo acerca da Av. da Liberdade, ainda pensei em incluir um ou dois parágrafos sobre a 31 de janeiro. Mas, para evitar alongar-me demasiado, acabei por optar por deixar para outra altura. É chegada a hora!

Evidentemente, concordo com o João no essencial: para além dos estacionamentos para bicicletas (que é urgente criar!), uma ciclovia na Av. 31 de janeiro faz todo o sentido e talvez seja até mais fácil de implementar do que na Av. da Liberdade. O acesso seguro às escolas e universidades em bicicleta deve ser uma das prioridades.

Em primeiro lugar, cumpre salientar que a Av. 31 de janeiro é já utilizada diariamente por muitos ciclistas como uma das principais vias de acesso ao centro. Dado que o eixo Rua Nova de Sta. Cruz - Rua D. Pedro V (importante para quem vinha de Gualtar e freguesias adjacentes) se encontra interrompido a meio pela Av. Padre Júlio Fragata, a forma mais direta de vir para o centro a partir de Gualtar passou a ser pela João XXI e pela 31 de janeiro. Infelizmente, a velocidade do trânsito motorizado nessas vias e a disposição das várias faixas de rodagem desencorajam a maior parte dos ciclistas de circular normalmente. Muitos ciclistas circulam assim pelos passeios, numa situação que, mesmo sendo compreensível, não é nada desejável.

A pensar neste assunto, decidi percorrer de bicicleta toda a extensão da Av. 31 de janeiro, mas começando um pouco mais abaixo, na Av. Porfírio da Silva.

A ser criada esta ciclovia, julgo que seria boa ideia prolongá-la até ao final da Av. Porfirio da Silva, que é no fundo a continuação, em linha reta, da Avenida 31 de janeiro.

Avenida Porfírio da Silva

Ora, onde eu coloco algumas reservas é quanto à eventualidade de se retirar espaço aos passeios para instalar a ciclovia. A dificuldade em fazê-lo advém, em parte, da existência de um grande número de árvores (que conferem, afinal de contas, o aspeto aprazível que tem esta via). Em vários locais, o espaço disponível nos atuais passeios é insuficiente para a criação de uma pista ciclável partilhada com peões e com separador, com as medidas internacionalmente recomendadas. Ou seja, corremos o risco de deixar de ter um passeio usado "abusivamente" por ciclistas, para passarmos a ter mais uma ciclovia usada abusivamente por peões…

Avenida Porfírio da Silva

Uma solução alternativa, e quiçá preferível, passaria por manter as árvores e os passeios, e optar antes por redistribuir o espaço das diversas faixas de rodagem, criando pistas cicláveis para ambos os sentidos de circulação. Seria importante acautelar, obviamente, a separação física sempre que o sentido de circulação dos ciclistas fosse contrário ao do restante trânsito. Seria também de importância crucial a implementação de cruzamentos seguros, talvez seguindo este exemplo que já há dias aqui apontamos.

Porque, se repararmos bem, as diferentes faixas da 31 de janeiro acabam por ter diferentes fluxos de veículos, como se pode ver nesta foto, tirada de manhã, com o semáforo vermelho na Senhora-a-Branca.

Avenida 31 de janeiro

Reorganizando o espaço da avenida, poderíamos por exemplo eliminar esta faixa da direita e criar corredores de circulação para ciclistas. Junto ao semáforo, poderia haver uma Bike Box, ou outra solução parecida, para permitir aos ciclistas passarem em segurança para o lado esquerdo, para seguir para a Av. Central, Rua do Raio, etc. Os semáforos deveriam incluir luzes específicas para ciclistas, indicando por exemplo que poderiam virar à esquerda enquanto os carros das outras faixas estivessem com sinal vermelho.

A grande vantagem desta abordagem, claro, seria manter os atuais passeios, com a suas esplanadas e os seus quiosques, e continuar a promovê-los cada vez mais como espaço de circulação e de convívio para todos…

Avenida 31 de janeiro

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #74

Ciclistas Urbanos em Braga

A Anaís mora em Ferreiros e vem sempre de bicicleta para o seu emprego, numa conhecida gelataria do centro. Tal como um a outro colega seu, nem a chuva a desanima de pedalar para o trabalho.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #73

Ciclistas Urbanos em Braga

A Ana Paula, de Maximinos, gosta de usar a sua bicicleta para descontrair mas também para as deslocações quotidianas pela cidade de Braga (ir ao banco ou as compras, por exemplo). Também gostava de ir nela para o trabalho mas, como atualmente trabalha noutra cidade, não tem essa possibilidade.

Diz que costuma encorajar os seus amigos e conhecidos a usar a bicicleta como meio de transporte, porque é mais económico e mais rápido, mas também muito mais agradável que o carro.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Acerca de um comentário à recente reportagem do P3/Público

Na sequência da recente publicação de uma reportagem no P3/Público sobre o Braga Ciclável e o uso da bicicleta em Braga, um leitor do P3 dedicou alguns minutos a escrever o seu testemunho na área de comentários. Pela sua pertinência para o tema que preside a este blog, reproduzimos abaixo o referido texto:

Tendo vivido 10 anos em Braga e passado todos eles entre andar a pé, transportes públicos, de automóvel e, por vezes, de bicicleta, posso dizer que apesar de ser altamente louvável o que o Victor faz, Braga não tem estrutura montada para levar com mais do que 1 ou 2 bicicletas na vias. Infelizmente. E não vejo como é que a moda possa pegar, embora espero estar enganado. Braga é feita de muitas vias rápidas (a Rodovia, por exemplo), muitos sentidos únicos e muito automóvel a enorme velocidade.

Conheço muito bem o percurso efetuado por Victor no vídeo e devo dizer que quando o vi a ter que passar na rotunda do Feira Nova (agora é o Pingo Doce, não é?) para a via que eventualmente passa em frente ao Braga Parque, eu próprio fiquei apreensivo ao vê-lo ter que fazer tal coisa. Se já de automóvel é perigoso andar por essas zonas (entrar nessa rotunda é uma verdadeira corrida de automóveis... Eu de bicicleta fazia-o sempre no passeio nessa zona), então de bicicleta...!

É muito complicado e tirando as estradas como a Rua D. Pedro V (onde no vídeo o Victor acaba), que na essência só se encontram no centro mesmo da cidade, tudo o resto e' aceleração perigosa de automóveis onde o mais rápido vence. Mas espero que a tendência possa obviamente ser revertida a favor das bicicletas.

Ainda que circular de bicicleta no centro histórico de Braga seja bem mais seguro e bem mais prazeroso do que no meu percurso casa-emprego, temos de reconhecer que este testemunho é esclarecedor sobre a situação de Braga, em termos de segurança rodoviária e de promoção da mobilidade sustentável.

Poderia tecer alguns comentários, dizendo que o meu percurso é mais fácil de realizar do que o vídeo dá a entender - e de certo modo até é, depois de aprendermos a conduzir de forma mais ou menos estratégica e de decidirmos voluntariamente correr algum risco. Ou que existem percursos alternativos ao que eu faço atualmente - e existem, embora não tão cómodos nem tão eficientes para quem circula de bicicleta... Mas a verdade é que entrar na zona mais central de Braga, como eu e muitos outros ciclistas temos de fazer diariamente, é na maior parte dos casos uma aventura, com deficientes condições de segurança.

Acredito, como já por repetidas vezes o tenho afirmado, que o comportamento dos demais condutores irá melhorando à medida que mais ciclistas forem circulando nas ruas - a visibilidade acrescida pelo aumento do seu número a isso levará, inevitavelmente. E também à medida que nós ciclistas vamos aprendendo a conviver com o trânsito (sim, que também nós temos responsabilidade na matéria), as coisas irão melhorando.

Mas não chega. O perigoso anel de pseudo-autoestradas que circunda a zona histórica de Braga, da forma como existe atualmente, condiciona o acesso a quem se desloca a pé ou de bicicleta das zonas da periferia.

Vai sendo tempo de Braga modernizar a sua rede viária, tornando mais amiga dos ciclistas, como vem sendo tendência geral em grandes cidades europeias, e não só. Se queremos uma cidade onde é bom viver, não podemos continuar a promover a utilização abusiva do automóvel até para os percursos curtos, nem as velocidades excessivas que por cá se vêem. Se queremos uma cidade onde os nossos filhos possam caminhar em segurança quando saem à rua ou quando vão para a escola, precisamos de desenhar e construir a cidade em função dessa nossa vontade.

domingo, 27 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #72

Ciclistas Urbanos em Braga

O Henrique usa ocasionalmente a bicicleta, mas gostava de ter melhores condições em Braga. Na breve conversa que tivemos, referiu ter tido conhecimento, pela comunicação social, de planos para a disponibilização de bicicletas partilhadas na nossa cidade e mostrou-se curioso quanto ao avanço desse projeto.

 

Notas:

Seria, sem dúvida, excelente ter em Braga uma boa rede de bicicletas partilhadas, que ligasse os principais pontos da cidade, incluindo os serviços públicos, áreas comerciais, universidades, etc. Mas, infelizmente, seja por culpa da temida crise ou, como outros arriscam acusar, por falta de vontade ou coragem política, a verdade é que o projeto das BUTE morreu há muito e o outro projeto, das bicicletas elétricas, parece ter tido destino parecido.

Numa pesquisa pela Internet acerca deste tema, é possível encontrar alguns relatos da época (há cerca de três ou quatro anos), mas aparentemente, nenhum desenvolvimento posterior:

Pessoalmente, e ainda que reconheça as enormes vantagens da implementação de um sistema de bicicletas partilhadas, como os de Barcelona, Londres, Paris ou Aveiro, penso que mais urgente ainda é a criação de uma rede viária ciclável na cidade de Braga. Com ou sem ciclovias, o mais importante é disponibilizar uma rede viária útil, a ligar os principais pontos da cidade de forma tão direta quanto possível, e em condições de segurança para quem se desloca de bicicleta. E estacionamentos para bicicletas nos locais em que são necessários.

Trata-se de um tipo de medidas que não requerem necessariamente um grande investimento financeiro, mas cujas vantagens seriam certamente aproveitadas por todos, ciclistas e não só.

sábado, 26 de maio de 2012

Vídeo-reportagem no P3/Público destaca Braga Ciclável

Site P3 do Público destacou blog Braga Ciclável em vídeo-reportagem

O site P3 do Público acaba de publicar uma vídeo-reportagem sobre a utilização da bicicleta na cidade de Braga. A reportagem inclui um vídeo onde é possível observar uma parte do meu percurso diário casa-emprego e uma breve entrevista a este vosso amigo. Os repórteres Filipa Flores e António Abreu falaram também com outros ciclistas de Braga, e três deles (a Helena e o Paulo, do Braga POP Hostel, e o Carlos, da Go By Bike) aparecem também mencionados na reportagem, relatando um pouco daquilo que são as suas experiências.

É bom ver que o tema da mobilidade sustentável e do uso da bicicleta como meio de transporte vem cativando cada vez mais o interesse da comunicação social. Para além de um certo reconhecimento ao trabalho que este blog tem feito, o mais importante mesmo é o facto de esta exposição nos media poder chamar a atenção de quem ainda ande "distraído" e não repare que os tempos estão a mudar - em algumas coisas, para melhor.

Vale a pena ler a reportagem e ver também o vídeo, que aparece logo no alto da página:

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #70 e #71

Ciclistas Urbanos em Braga

O Javier e a Arancha são de Madrid e, quando visitaram Braga, decidiram alugar bicicletas para passear pela cidade. Pedalar pelo centro foi agradável, dada a pouquíssima inclinação e a existência de um importante conjunto de ruas de trânsito automóvel condicionado.

No entanto, as dificuldades surgiam invariavelmente na hora de visitar um monumento ou um museu, ou quando precisavam de parar para um café ou para almoçar. Encontrei-os junto à Sé, a esforçarem-se para prender as bicicletas àqueles pilares de pedra. Infelizmente, em Braga, não é possível encontrar estacionamentos adequados para bicicletas, e os ciclistas têm de improvisar como podem...

 
Notas:

Todos os anos, temos um número considerável de turistas que chegam à cidade de Braga de bicicleta, ou que por cá alugam bicicletas para visitar a cidade. A falta de estacionamento para bicicletas junto aos monumentos e museus da cidade é sem dúvida uma falha grave, e que é urgente resolver. E também não se compreende como é que ainda não existem estacionamentos junto ao Posto de Turismo, na Avenida Central.

Até eu, que não sou turista, mas que por vezes gosto de fornecer informações úteis a visitantes, já precisei de ir algumas vezes ao Posto de Turismo, deixando cá fora a bicicleta. Senti, como sentem todos os ciclistas em Braga, uma grande insegurança, pelo facto de não poder prender a bicicleta num local adequado.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #69

Ciclistas Urbanos em Braga #69

O Augusto é designer e tem um inequívoco bom gosto que, como podemos ver, se refletiu na escolha de uma bicicleta com linhas simples e elegantes. Na empresa onde trabalha, junto à Sé, já costuma haver regularmente duas bicicletas estacionadas durante o dia.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ciclistas Urbanos em Braga #68

Ciclistas Urbanos em Braga

O sr. Armando é fisioterapeuta e trabalha no centro. Sempre que pode, vem de bicicleta para o emprego, desde a zona de Lamaçães, onde vive. Para ele, a bicicleta tem várias vantagens, de entre as quais destaca o facto de contribuir para uma vida saudável.